{"title":"Destaques","description":"","products":[{"product_id":"apanhador-so-meio-que-tudo-e-um","title":"Apanhador Só – Meio que tudo é um","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eEm \u003c\/span\u003e\u003cem\u003e\u003cspan\u003eMeio Que Tudo É Um\u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, a banda gaúcha Apanhador Só reúne melodias pop, gravações de textura caseira e experimentações sonoras. As canções alternam cenas íntimas e olhares sobre a cidade, formando um disco atento às conexões entre as pessoas e o mundo ao redor.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e Capa em papel, com estampa em serigrafia frente e verso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCaderno de 12 páginas, colorido, com capa em serigrafia e costurado\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBula com ficha técnica e letras\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467077349475,"sku":null,"price":195.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/apanha2_06448f59-07cd-426c-9e42-d94249d6ee51.jpg?v=1786495490"},{"product_id":"iconili-quintais","title":"Iconili – Quintais","description":"\u003cp\u003e“Quintais” (Natura Musical \/ YB 2019) é, definitivamente, o álbum mais expansivo e marcante em 12 anos de carreira do grupo mineiro Iconili. O trabalho é o primeiro a registrar a chegada da cantora Josi Lopes e da percussionista Chaya Vazquez. Criado em uma imersão no pequeno distrito de André do Mato Dentro, em Santa Bárbara, na região da Serra da Gandarela, no interior de Minas —, contempla a trajetória da banda, tocando despretensiosamente em seu rock progressivo inicial, reinventando o afrobeat que surgiu nos trabalhos seguintes, mas, acima de tudo, multiplicando os percursos do grupo em sons plurais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo longo de nove faixas, “Quintais” parece, em vários momentos, visitar um Brasil outro e, nele, buscar uma gama que parece infinita nos tons de vermelho em que toca — vermelho do chão desse país, da terra que preenche ares descampados, vermelho até da lama, a lama boa, de argila, água e outras riquezas. É nesse vermelho barro — às vezes seco, às vezes úmido, em outras encharcado — que se constrói o disco, e é a partir desse chão de terra que o som alcança, em vários momentos, um céu onírico, um tanto psicodélico, inconsciente, um tanto orgânico, intuitivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNesse terreno, crescem mantras, evoca-se ancestralidades, e a partir da massa sonora, se chega à África, às Índias (assim, no plural, onde cabem Ásia e Américas do passado, e onde se vê o oriente do presente). Nesse contexto, a voz surge sempre como um canto conectado com o sensível. E a partir dele, acarinha, agride, reza. E faz ecoar a multiplicidade profunda de “Quintais”. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Iconili combina de forma única a força, as sutilezas e a ancestral energia dos ritmos afro-brasileiros, do rock, do afrobeat, com boas doses de psicodelia, mergulhos e contemplação.\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467077447779,"sku":null,"price":135.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/Iconiliquintais_93623f64-0259-4610-b7de-6a6fe0ed0ab3.jpg?v=1786495493"},{"product_id":"zafrica-brasil-antigamente-quilombos-hoje-periferia","title":"Z'Africa Brasil - Antigamente Quilombos, Hoje Periferia","description":"\u003cp\u003eLançado originalmente em 2002, \"Antigamente Quilombos, Hoje Periferia\" conecta a história de resistência dos quilombos à vida nas periferias brasileiras. Em suas letras, o Z’África Brasil aborda identidade, desigualdade e cultura de rua, enquanto mistura o rap a influências brasileiras, africanas e jamaicanas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDuplo, capa gatefold, vinil 180g\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467077742691,"sku":null,"price":180.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/zafrica_8309da63-3677-4f1a-90d4-e09e7ad7105d.jpg?v=1786495499"},{"product_id":"seletores-frequencia-astral","title":"Seletores de Frequência – Astral","description":"\u003cp\u003eApós um EP de 4 faixas lançado em 2016, surge Astral, primeiro álbum dos Seletores de Frequência sem a direção do carismático BNegão. A banda recebeu uma proposta de Dado Villa-Lobos e do produtor Estevão Casé para gravar um disco instrumental pelo selo carioca Rockit!, o que foi prontamente aceito.\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467078660195,"sku":null,"price":140.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/download_97540189-84c7-4e71-bb87-b5676fcd318c.jpg?v=1786495539"},{"product_id":"jucara-marcal-delta-estacio-blues","title":"Juçara Marçal – Delta Estácio Blues","description":"\u003cp\u003eO rio que banha a obra de Juçara Marçal é caudaloso e desvenda novos afluentes a cada novo disco lançado. Em “Delta Estácio Blues” , de 2021, o encontro das águas do blues com o samba é o mote da faixa-título assinada por Rodrigo Campos – que faz uma analogia improvável sobre o visionário bluesman do Mississipi Robert Johnson e o seminal trio de sambistas da Estácio de Sá formado por Baiaco, Bide e Ismael Silva. Não há quase nada muito explícito, no entanto, de um gênero ou outro na construção estética da obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO repertório traz composições de Fernando Catatau, Rodrigo Ogi, Siba Veloso, Tulipa Ruiz e outros. A voz de Juçara mais uma vez sai da zona de conforto para nadar de braçada em um mar de bases eletrônicas criadas por seu parceiro mais frequente e produtor do álbum, Kiko Dinucci .\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA instrumentação é normalmente ruidosa, exala violência, beija o caos com uma traquitana de referências que combinam o rap neurótico de Danny Brown, “Check Your Head” (Beastie Boys, 1992), pós-punk, Neneh Cherry, free jazz, trip hop e Itamar Assumpção. Juçara e Kiko, no entanto e como sempre, encontram sua própria identidade em mais esse mergulho de peito aberto nas profundezas do inconcebível sem precedentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e☆☆☆☆ “Disco do Ano” APCA 2021\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e☆☆☆☆ “Álbum do Ano” Prêmio Multishow 2021\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e☆☆☆☆ “Canção do Ano” para Crash no Prêmio Multishow 2021\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e☆☆☆☆ “Produtor do Ano – Kiko Dinucci” no Prêmio Multishow 2021\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e☆☆☆☆ “Inovação em videoclipe” para Crash no MVF Awards Brasil 2021\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467079118947,"sku":null,"price":220.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/jucara_98696a13-8636-476b-a272-ee8d5e79f687.jpg?v=1786495556"},{"product_id":"monkey-jhayam-afrochoque-monkey-jhayam-afrocidade-2020-volts","title":"Monkey Jhayam – Afrochoque 2020 Volts","description":"\u003cp\u003e“Música Consciente” é o lema que aparece na logomarca de Monkey Jhayam, que foi nascido e criado na Zona Leste de São Paulo. O cantor e compositor está na ativa desde 2008 com esse nome, se movimentando no cenário independente com destaque na desenvoltura em suas performances ao vivo e por suas letras com forte cunho político-social, direcionando os ouvintes para novas formas de expressão da consciência. As ruas são o pano de fundo de sua escola musical, baseada na cultura sound system e na música jamaicana, além de vertentes musicais de toda a diáspora africana em metrópoles ao redor do mundo, antes passando pelo punk rock e até hoje mantendo viva a energia do-it-yourself (faça você mesmo).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 2019, Monkey Jhayam produziu um novo show explorando os gêneros musicais que influenciaram o seu trabalho, como: afrobeat, afrorock, dancehall, guetto tech e latinidades. O resultado desse trabalho foram os singles “Afrochoque” e “2020 Volts”, lançados nas plataformas digitais em setembro e novembro de 2020, respectivamente. No Lado A do compacto temos “Afrochoque”, que se trata de uma música de sonoridade glocal. É o choque da música da diáspora urbana se fundindo com o local e espaço físico criando a “Urban Music”. O próprio artista complementa: “Na Angola, o kuduru; na Nigéria, o afrobeat; na República Dominicana, o denbow; na Jamaica o dancehall; no Brasil, o funk. ‘Afrochoque’ une todos esses estilos como uma pangéia musical. É a diáspora africana se reunindo, se reencontrando, se levantando e expressando a sua voz”. Para chegar nesta sonoridade ímpar, o cantor e compositor se uniu aos produtores Dudu Marote e DJ B8.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA música contou com um videoclipe marcante, confira em \u003ca href=\"http:\/\/bit.ly\/afrochoque\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"\u003ehttp:\/\/bit.ly\/afrochoque\u003c\/a\u003e . Já no Lado AA, energia é pouco para esse feat. É 2020 Volts! O pagodão baiano do Afrocidade vai ao encontro ao ghettotech, rock, global bass e ao discurso político e social de Monkey Jhayam. Quem faz a cama sonora para os versos conscientes do símio é o DJ B8 e o poderoso Afrocidade. Bang! A letra denuncia a onda de informações falsas que se espalham facilmente através de mensagens via celular, manipulação de dados e todo o fluxo de rede coletado por empresas mal intencionadas que visam controlar a massa. A denúncia desse time é festiva. O som é a trilha sonora perfeita para um Carnaval político ou uma roda de pogo afropunk. Denúncia essa que retrata o infeliz momento do Brasil: desde o discurso fascista do poder executivo, passando pela destruição sem precedentes do meio ambiente até o genocídio nas quebradas e o descaso com a saúde e com a ciência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eConfira o ótimo videoclipe do single: \u003ca href=\"http:\/\/bit.ly\/2020Volts-Video\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"\u003ehttp:\/\/bit.ly\/2020Volts-Video\u003c\/a\u003e Em uma parceria Manga Rosa, Fatiado Discos, Marafo Records e Vinyl Land, os dois singles de Monkey Jhayam são prensados em um disco de vinil 7″ em uma edição especial colorida (roxo), contando com capa com arte criada pelo artista mineiro Shiron The Iron.\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467079184483,"sku":null,"price":70.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/ISIMG-649647_11435773-0b8e-4915-a2e6-53015c6efa29.jpg?v=1786495558"},{"product_id":"materia-prima-2-atos","title":"Matéria Prima – 2 Atos","description":"\u003cp\u003eO álbum foi gravado em 2016 e lançado em 2017. Conta com dez faixas, sendo o lado A (Ato 1) com textura que explora elementos de canções mais melódicas e introspectivas. O lado B (Ato 2) traz o que há de melhor na refinada técnica de rimas do MC e poeta que é este gigante chamado Matéria Prima. Produção de Gui Amabis.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eLançamento Made in Quebrada Discos 2022. O disco acompanha ainda um encarte em forma de fanzine com 24 páginas\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e180 gramas, na cor laranja marmorizado. Numerado Inédito em vinil.\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467079348323,"sku":null,"price":150.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/materia-1.jpg?v=1786495564"},{"product_id":"vhoor-resenha","title":"VHOOR – Resenha","description":"\u003cp\u003eVHOOR Música e matemática estão diretamente associadas. Seja nas frações rítmicas ou nas estruturas de tempo, ambas as linguagens se interpenetram potencializando diferentes significados entre si. Especificamente na geometria, há um postulado que afirma que o número 3 é um valor extremamente estável, apoiado na noção de que por três pontos só pode passar um plano. Já na música, essa noção pode ser transposta observando a noção de power trio – uma das formações mais clássicas e poderosas do rock. No entanto, esta concepção de estabilidade pode transbordar para diferentes contextos, indo além do agrupamento instrumental bateria-guitarra-baixo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA mesma estabilidade pode ser observada em outros conjuntos e, na visão de VHOOR , o 3 tem apelo quase sobrenatural. É a partir dos diferentes significados deste número e suas aplicações na arte que o produtor mineiro inaugura um novo capítulo em sua discografia, Resenha , lançado hoje. VHOOR se apoia em sua consolidada trajetória pelo funk e o miami bass, mas prova, mais uma vez, que a procura por novos caminhos e possibilidades segue firme e forte. Seu novo trabalho aponta para uma direção baseada nos trios nas artes – e, aqui, eles têm menos a ver com uma estabilidade inflexível e mais com uma estrutura sólida a partir da qual é possível criar. As 11 faixas do registro vêm apoiadas em diferentes configurações triádicas: os três estados da água, a tríade sonora, os três macacos sábios da capa, entre outros. A partir disso, VHOOR configura um norte da experiência criativa baseado em contemplação, participação e recriação. Ou seja, não basta que um som seja referenciado como recurso de composição – é preciso que ele seja vivido e transformado, como em uma experiência dialética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO disco parece enquadrado ao chill funk, misturando texturas suaves com a percussão marcante do batidão, mas VHOOR cria algo maior do que apenas uma aplicação de referências. Mesmo em faixas como “BH House” e “Igrejinha”, que trazem aquela atmosfera relaxante e dançante, há a experimentação. Em meio a sintetizadores mansos, surgem distorções intensas como em “Flash” e “Lançamento”, combinando e harmonizando timbres opostos. Produzida em parceria com DJ P7, “Bolha”, com vozes de MC GW, mistura potência e delicadezas que se despedaçam, em uma união entre beat bolha e o arrojo de sintetizadores imponentes e cortantes. “Escorregou” é, ao mesmo tempo, contagiante e soturna, minimalista e pintada por incontáveis detalhes que enriquecem a paisagem final.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEssa abordagem, inclusive, parece ser a tônica de Resenha : uma espécie de cirurgia de singelezas, que resulta em uma massa sonora, de uma só vez, enxuta e diversificada. Em Resenha, VHOOR se escora em uma base sólida construída durante quase 10 anos para poder voar de novas e diferentes maneiras. E faz isso abarcando opostos: a distorção e a mansuetude, o groove e a rigidez, o clássico e o contemporâneo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHá o resgate do chill baile, o tributo ao funk de BH, entre outros ecos de sua trajetória. Mas mais do que se alojar em suas referências, VHOOR segue rumando ao futuro, de olho no retrovisor e disposto a promover a bailes renovados e autênticos. Ano: 2024 Selo: Aquecimento BR\/EMPIRE # Faixas: 11 Estilos: Funk, Batidão, Lo-Fi Duração: 24′ Produção: VHOOR Música e matemática estão diretamente associadas. Seja nas frações rítmicas ou nas estruturas de tempo, ambas as linguagens se interpenetram potencializando diferentes significados entre si. Especificamente na geometria, há um postulado que afirma que o número 3 é um valor extremamente estável, apoiado na noção de que por três pontos só pode passar um plano. Já na música, essa noção pode ser transposta observando a noção de power trio – uma das formações mais clássicas e poderosas do rock.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo entanto, esta concepção de estabilidade pode transbordar para diferentes contextos, indo além do agrupamento instrumental bateria-guitarra-baixo. A mesma estabilidade pode ser observada em outros conjuntos e, na visão de VHOOR , o 3 tem apelo quase sobrenatural. É a partir dos diferentes significados deste número e suas aplicações na arte que o produtor mineiro inaugura um novo capítulo em sua discografia, Resenha , lançado hoje. VHOOR se apoia em sua consolidada trajetória pelo funk e o miami bass, mas prova, mais uma vez, que a procura por novos caminhos e possibilidades segue firme e forte. Seu novo trabalho aponta para uma direção baseada nos trios nas artes – e, aqui, eles têm menos a ver com uma estabilidade inflexível e mais com uma estrutura sólida a partir da qual é possível criar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs 11 faixas do registro vêm apoiadas em diferentes configurações triádicas: os três estados da água, a tríade sonora, os três macacos sábios da capa, entre outros. A partir disso, VHOOR configura um norte da experiência criativa baseado em contemplação, participação e recriação. Ou seja, não basta que um som seja referenciado como recurso de composição – é preciso que ele seja vivido e transformado, como em uma experiência dialética. O disco parece enquadrado ao chill funk, misturando texturas suaves com a percussão marcante do batidão, mas VHOOR cria algo maior do que apenas uma aplicação de referências.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMesmo em faixas como “BH House” e “Igrejinha”, que trazem aquela atmosfera relaxante e dançante, há a experimentação. Em meio a sintetizadores mansos, surgem distorções intensas como em “Flash” e “Lançamento”, combinando e harmonizando timbres opostos. Produzida em parceria com DJ P7, “Bolha”, com vozes de MC GW, mistura potência e delicadezas que se despedaçam, em uma união entre beat bolha e o arrojo de sintetizadores imponentes e cortantes. “Escorregou” é, ao mesmo tempo, contagiante e soturna, minimalista e pintada por incontáveis detalhes que enriquecem a paisagem final.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEssa abordagem, inclusive, parece ser a tônica de Resenha : uma espécie de cirurgia de singelezas, que resulta em uma massa sonora, de uma só vez, enxuta e diversificada. Em Resenha, VHOOR se escora em uma base sólida construída durante quase 10 anos para poder voar de novas e diferentes maneiras. E faz isso abarcando opostos: a distorção e a mansuetude, o groove e a rigidez, o clássico e o contemporâneo. Há o resgate do chill baile, o tributo ao funk de BH, entre outros ecos de sua trajetória. 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O disco reúne participações de Ana Frango Elétrico, Fabríccio, Vitor Milagres e Lello Bezerra.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eEdição Limitada, Vinil Marrom Marmorizado\u003cbr\u003eLançamento: Novembro, 2023\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467081412707,"sku":null,"price":185.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-18.16.54_c0483e14-bc0f-427b-96ec-0cfb7368d194.jpg?v=1786495647"},{"product_id":"basalto-coletanea-2020-londrina","title":"Basalto – Coletânea","description":"\u003cp\u003eFruto da parceria entre Fresta Produções Artísticas, Vaca Records e Leste BR, com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Londrina – Secretaria Municipal de Cultura (PROMIC), o LP “Basalto” foi gravado ao vivo, entre janeiro e outubro de 2018, no estúdio Vaca Records.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eA coletânea em vinil tem produção musical (captação, mixagem e masterização) de Eduardo Benvenhu; curadoria e produção executiva de João Gabriel Galvão; produção executiva e gestão de patrocínio de Bruno Gehring; produção gráfica de Marcus Bellaver e Felipe Augusto; e texto de apresentação de Karen Debértólis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO disco foi prensado em LP de 12 polegadas e 180 gramas pela Polysom e leva capa gatefold e encarte com a letra e ficha técnica das músicas.\u003c\/p\u003e","brand":"Vinyl Land","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":44467081642083,"sku":null,"price":130.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0681\/5819\/3763\/files\/Capa_Coleta_CC_82nea-Basalto_Marcus-Bellaver-364x364-1.png?v=1786495655"}],"url":"https:\/\/www.vinyllandrecords.com\/collections\/destaques.oembed","provider":"Vinyl Land Records","version":"1.0","type":"link"}